Senacon e Conselho Federal da OAB assinam cooperação!


Eugenio Novaes Publicado em 03/11/2014 às 11:11:05


Intercâmbio de informações, acompanhamento normativo, articulação institucional. Esses são o objetivo do acordo de cooperação firmado nesta quarta-feira (29) entre a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon/MJ) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil(CFOAB).
A cooperação irá estabelecer ações conjuntas, por intermédio da Comissão Especial de Defesa do Consumidor do Conselho Federal e o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da Senacon, e favorecer a elaboração de estudos técnicos voltados ao aperfeiçoamento da legislação consumerista e das demais questões jurídicas que
envolvem o acesso à Justiça.
"Essa é uma cooperação histórica, pois oficializamos a articulação institucional do órgão federal de defesa do consumidor e a Ordem dos Advogados do Brasil, importante órgão do sistema de Justiça. Acabamos de definir com o presidente do Conselho que vamos estabelecer uma agenda prioritária, que passa pelo monitoramento conjunto de projetos de leis relacionados à defesa do consumidor e os preparativos para os vinte e cinco anos do Código de Defesa do Consumidor (CDC)", ressaltou a secretária Nacional do Consumidor, Juliana Pereira.
O presidente da OAB Nacional, Marcus Vinícius Furtado Coelho, ressalta que o acordo fortalecerá a atuação da OAB frente a um tema de extrema importância para a advocacia, que é o direito do consumidor. “O intercâmbio de ideias e de práticas, assim como a construção de uma agenda conjunta, resultarão em ações propositivas e na
melhoria de nossas instituições”, disse o presidente.
Já Bruno Burgarelli, presidente da Comissão Especial de Defesa do Consumidor do Conselho Federal da OAB, afirma que essa é uma construção que vem sendo feita há anos, e que agora chegou-se a um denominador comum. “Essa é uma cooperação por meio da qual ganha o advogado, ganha o governo e, principalmente, ganha o consumidor com o avanço dessas questões. O acordo trará uma melhor qualidade na análise de projetos de lei e uma proteção aprimorada dos diretos do consumidor a partir da ação conjunta de duas instituições com grande preparo técnico e com condições de atuar no processo legislativo antes mesmo de ele ser finalizado. Isso vai beneficiar muito a defesa do consumidor", disse Burgarelli.